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Agroportal

Falta de madeira em Portugal: aumentar produtividade é prioridade

por Florestas.pt
04-10-2022 | 17:47
em Valorização, Últimas, Blogs
Tempo De Leitura: 9 mins
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Apesar das florestas ocuparem mais de um terço do território português, há falta de madeira para dar resposta às necessidades das empresas que dela dependem como principal matéria-prima, o que implica compras anuais ao exterior. O aumento da produtividade florestal é parte da solução para colmatar esta carência.

O sector florestal alerta, há vários anos, para a falta de madeira em Portugal. Esta carência, consecutivamente sublinhada pelas indústrias que transformam a madeira – desde o mobiliário ao papel – significa que a madeira que cresce nas florestas portuguesas é insuficiente para a dar resposta à procura. A falta de madeira em Portugal implica importar esta matéria-prima, facto que se faz sentir ano-após-ano.

Em 2021, por exemplo, importaram-se mais de 2,3 milhões de toneladas de madeira em bruto, que representaram o pagamento ao exterior de 212,9 milhões de euros (dados INE – Contas Económicas da Silvicultura). Este valor é ainda mais expressivo se considerarmos as importações de madeira serrada (95,7 milhares de euros) ou folheada (323 milhares de euros) e de lenhas, em 2021.

Os montantes pagos anualmente aos produtores florestais e intermediários estrangeiros representam perdas potenciais de receitas (públicas e privadas) e de postos de trabalho em Portugal. Estas perdas são mais relevantes em zonas periurbanas e rurais, onde o papel dinamizador das atividades florestais tem maior peso social e económico. Não esquecer que o sector florestal conta com mais de 17 mil empresas e gera perto de 100 mil empregos, concentrados sobretudo em sub-regiões do Norte e Centro.

Apesar de as importações de madeira em bruto terem este pendor penalizador, as exportações de materiais e de produtos transformados pelas indústrias de base florestal têm permitido manter a balança comercial internacional do sector com saldo largamente positivo (mais de 2,7 mil milhões de euros em 2021 e acima dos 2,3 mil milhões nos anos anteriores, mais condicionados pela pandemia de Covid-19).

Embora as importações tenham aumentado, a produção de madeira em bruto (total de espécies) em Portugal também aumentou.

Segundo as estatísticas europeias (Eurostat), a produção passou dos cerca de 10 mil milhares de metros cúbicos sem casca entre 2011 e 2013, para mais de 13 mil milhares de metros cúbicos desde 2016 e até 2020, último ano com dados disponíveis.

Quanto ao volume de madeira em crescimento, o Eurostat tem apenas dados até 2015 para Portugal, ano em que este volume era de 171 milhões de metros cúbicos (com uma floresta de dimensão similar, a Letónia, por exemplo, tinha mais de 650 milhões de metros cúbicos).

Pinho e eucalipto entre as mais requisitadas madeiras portuguesas

Várias associações do sector têm manifestado preocupação com a falta de madeira, a exemplo da AIMMP – Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal, que promoveu um debate sobre “A Ameaça ao Abastecimento de Madeira de Pinho” (2021), onde reforçou os impactes negativos da carência de matéria-prima, alertando para o risco de encerramento de muitas empresas em Portugal.

Já o Centro Pinus referia, nos seus indicadores de 2021, a existência de um “défice estrutural de madeira” inerente à quantidade disponível para corte na floresta, apontando para que este défice tenha representado 57% do consumo industrial (em 2021). O consumo rondou os 4,1 milhões de metros cúbicos (Mm3) sem casca e o défice ultrapassou os 2,3 Mm3.

No seu boletim estatístico de 2020, a CELPA – Associação da Indústria Papeleira em Portugal, estima o consumo das duas madeiras mais utilizadas pelas suas associadas em mais de 8 Mm3 (sem casca) desde 2013.

Refira-se que as duas madeiras com origem nas florestas portuguesas com mais expressão em termos industriais provêm do pinheiro-bravo (Pinus pinaster) e do eucalipto (Eucalyptus globulus).

O pinho, proveniente do pinheiro-bravo, tem aplicações variadas, incluindo estruturas de construção civil, papel, pellets e painéis variados – aglomerados de partículas, aglutinados MDF – Medium Density Fiberboard e compósitos, que juntam as partículas de madeira a outros elementos.

O principal destino da madeira de eucalipto é a produção de pasta para papel, desde os papéis de escrita e impressão, aos que usamos em casa (papel higiénico, de cozinha, etc.), mas várias outras aplicações são conhecidas, desde as mais tradicionais, como as travessas dos caminhos de ferro e as estruturas de construção de minas, por exemplo, às emergentes, em que a fibra de eucalipto tem permitido produzir um conjunto de novos produtos, desde embalagens alternativas aos materiais de origem fóssil a soluções de celulose bacteriana para aplicação na indústria alimentar e cosmética.

Há várias outras madeiras nas florestas portuguesas com interesse comercial, embora não estejam publicados dados que permitam conhecer, nem estimar, a sua representatividade em termos de produção e consumo nacionais ou comércio internacional.

Carvalho-alvarinho (Quercus roble), carvalho-negral (Quercus pyrenaica), castanheiro (Castanea sativa), cedro-do-buçaco (Cupressus lusitanica), cerejeira (Prunus avium), choupo (Populus alba), criptoméria (Cryptomeria japonica), freixo (Fraxinus angustifolia), nogueira (Juglans regia), pinheiro-silvestre ou pinheiro-de-casquinha (Pinus sylvestris), plátano (Platanus hybrida) e vidoeiro (Betula celtiberica) são algumas espécies caracterizadas pela AIMMP, em “A Riqueza das Madeiras Portuguesas. Propriedades e Fichas Técnicas” (2015).

Consoante as propriedades de cada uma destas madeiras, elas têm diferentes aplicações na área do mobiliário e construção, incluindo mobílias, equipamentos de exterior (de jardins a passadiços), elementos decorativos e utilitários (esculturas, molduras e cabos de ferramentas, por exemplo), pisos, revestimentos de piso, teto e paredes, folheados, lamelados, contraplacados e, nalguns casos, elementos estruturais de construção.

Falta de madeira e caminhos para a inverter

A falta de madeira é uma realidade em Portugal apesar da floresta ocupar mais de um terço do território nacional e isto sucede pela conjugação de um conjunto complexo de fatores, que incluem, entre outros:

    • dimensão reduzida da propriedade florestal, principalmente nas regiões Norte e Centro, com donos desconhecidos, baixa produtividade e sem escala para obter rentabilidade;
    • falta de planeamento e gestão florestal, assim como de gestão profissionalizada, que travam a produtividade da floresta e contribuem para o aumento de riscos, nomeadamente de incêndio (a inexistência de operações silvícolas permite a acumulação de carga combustível);
    • abandono da floresta, por despovoamento rural e envelhecimento da população;
    • pressões das alterações climáticas: aumento de pragas e doenças, que obrigam ao abate das árvores e inutilização da sua madeira, e de fenómenos extremos (seca, por exemplo) que afetam a saúde e resiliência da floresta, assim como aumento da área ardida, com madeira que fica imprópria para parte significa das aplicações industriais.

Embora várias questões estejam dependentes de outros sectores que não o florestal, como bem ilustram as questões fiscais e legais, de um IMI rústico que trata de igual forma quem cuida da floresta ou a abandona, e com um direito sucessório que permite a fragmentação excessiva dos terrenos, há alguns caminhos identificados por especialistas do sector para promover maior produtividade florestal, o que ajudaria a colmatar a falta de madeira em Portugal. Salientamos três:

      1. O associativismo, ou os diferentes modelos de gestão agrupada. Estas são formas que podem viabilizar a obtenção de escala nas atividades florestais, permitindo o adequado planeamento e uma gestão sustentável profissionalizada, com maior produtividade e retorno, sem alterar o direito de propriedade.
      2. A produtividade florestal pode beneficiar se florestação e reflorestação for feita nas zonas de maior aptidão para cada espécie. No caso do eucalipto e do pinheiro-bravo, existem estudos técnicos sobre as zonas do país onde estas espécies têm melhores condições para se desenvolver. A sua informação apoia o planeamento fundamentado das florestas de produção em locais cujas condições de relevo, solo e clima são adequadas e onde, com a gestão adequada, vão promover uma maior produtividade.
      3. Utilização de material genético melhorado, com a introdução de plantas selecionadas, que têm maior produtividade e resistência a pragas, doenças e outras ameaças.
        A arborização ou reflorestação de pinheiro-bravo por plantação deve ser feita com plantas de qualidade assegurada. As plantas provenientes do programa de melhoramento genético português são da responsabilidade científica do INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, que indica um ganho genético de cerca de 21% em volume e de 17% em retidão do tronco.
        Relativamente ao eucalipto, trabalhos do Instituto RAIZ indicam que as plantas melhoradas, com silvicultura adequada podem produzir anualmente, em média, até 32 m3 de madeira com casca por hectare, sendo que a produtividade nacional se situa em cerca de 10 m3 por ano e hectare.

Com a população mundial e a procura por produtos de origem natural, recicláveis e biodegradáveis a aumentar, a organização ambiental WWF – World Wide Fund for Nature antecipa que, em 2030, a procura global por madeira seja mais do dobro face a 2010, em que rondou os 3,4 mil milhões de m3. Em 2050, poderá chegar a 13 mil milhões de m3.

A aplicação de novas tecnologias que apoiam o conhecimento e as operações florestais, assim como a ampliação da área de floresta de produção são outras hipótese para aumentar disponibilidade de madeira, mas para assegurar a sustentabilidade da floresta nas suas três vertentes – social, económica e ecológica – é fundamental uma visão integrada e multifuncional do espaço florestal e rural. Ou seja, é preciso salvaguardar as áreas de conservação e compatibilizar conservação e produção florestal, maximizando-as e complementando-as com outras oportunidades de valorização, de que são exemplo a cinegética, a apicultura, a produção de plantas aromáticas, a pastorícia ou as atividades de lazer e desporto.

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