
Se não quiser fazer nenhum gesto Sr. Ministro, não faça…mas por favor aproveite a onda favorável e vá-se embora também. Os “gestos” que o Sr. tem feito que tanto tem prejudicado a agricultura, o Mundo Rural e consequentemente o país em geral, são de tal forma obscenos que quase remetem o gesto de Manuel Pinho para o código de boas maneiras e são mais do que suficientes para justificar a sua saída se possível hoje já, ontem, há quatro anos atrás… Manuel Pinho alega em sua defesa a criação de uns quantos postos de trabalho em Aljustrel e deixou algo na área das energias renováveis enquanto que a sua incompetência enquanto ministro da agricultura levou já milhares de agricultores a deixarem de o ser e lançou um tal desnorte de medidas que põem em causa a actividade, pois o solo, um património de todos nós, é um recurso facilmente degradável e de muito lenta e difícil renovação. Depois Sr. Ministro poupe-nos por favor a qualquer justificação ou pedido de desculpas não porque não nos sejam devidas (sobretudo ao País), mas apenas pela simples razão que nós e o País em geral estamos fartos de V. Exa. até à exaustão e não toleraremos mais a sua conversa nem sequer para pedir desculpas. Se assim o entender pode enviar-nos um “papelinho” daqueles “tipo recado” que envia a Sócrates nos mais “elevados” momentos de discussão na Assembleia da República. O estado da Nação e do sector é tal que prometemos não sobrevalorizar o estilo rasca da prática e mesmo sem o ler utilizá-lo-emos para a finalidade que mais jeito nos der no momento.
Ricardo Freixial
Agricultor



















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