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Brasil aposta forte para crescer no mercado mundial de melão

por Vida Rural
17-09-2019 | 14:25
em Nacional, Últimas
Tempo De Leitura: 11 mins
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Gigante na produção e exportação de grãos, o Brasil ainda ocupa uma posição intermediária como fornecedor mundial de frutas. Um facto curioso, uma vez que o país é um dos maiores produtores mundiais em fruticultura e continua a crescer de forma robusta, passando da 23.ª posição, no ano de 2017, para o Top 10 entre os protagonistas no mercado global nestas culturas.

No contexto da fruticultura brasileira, o melão ocupa uma posição de destaque: na campanha 2017/2018, por exemplo, foram exportadas 224 mil toneladas de melão, rendendo 163 milhões de dólares, um valor 10% superior à temporada anterior de 2016/2017. Os estados do Rio Grande do Norte (RN) e Ceará (CE), na Região Nordeste do Brasil, são a zona de maior concentração de produtores de melão do país. Juntos, foram responsáveis por nada menos que 99% do volume nacional produzido. Não é por acaso que as localidades de Mossoró/RN e Icapuí/CE concentram a maior produção de melão do Brasil.

As condições edafoclimáticas nesses locais são ideais para o cultivo da fruta durante o período produtivo, que se inicia no mês de julho e estende-se até meados de março. Outra grande vantagem do Brasil em relação aos outros países produtores de melão é o período de colheita. Enquanto Espanha, Senegal e Chile estão a terminar as suas produções, o Brasil está no auge da colheita.

Maior produtor mundial

Conversámos com o especialista em produção e exportação de frutas, Luiz Roberto Barcelos, sócio-fundador da Agrícola Famosa e ex-presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). A empresa, que tem mais três sócios, é a maior produtora individual de melão do mundo, cultivando ainda melancia, banana, mamão, maracujá e espargos.

A campanha de melão acontece numa área de cerca de 11 000 hectares, localizados na fronteira do estado do Rio Grande do Norte e do Ceará. Barcelos possui ainda outros dois campos de produção de melão nos estados do Piauí e do Pernambuco (também localizados no Nordeste brasileiro). Do volume total colhido, cerca de 60% vai para a exportação e abastece a Europa no período de inverno do hemisfério setentrional, quando não existe produção local. Os outros 40% são comercializados no mercado brasileiro.

O produtor de melão conta que era ‘trader’ antes de apostar no cultivo de frutas, atividade que exercia juntamente com o seu atual sócio, Carlos Porro. Comprava frutas do Brasil para exportação: maçã, em Santa Catarina (Região Sul), laranja, no interior do estado de São Paulo (Região Sudeste), manga, na região de São Francisco, entre a Bahia e o Pernambuco, e melão, na região de Mossoró.

“Em 1995, formámos a Agrícola Famosa e começámos a plantar uma área bem pequena, de apenas três hectares de melão a cada dez dias. Hoje, nós cultivamos 300 hectares por semana na época do inverno europeu, que é colheita para exportação. Somos o maior exportador do Brasil de fruta fresca. E somos uma das maiores produtoras de melão do mundo”, garante orgulhoso o empreendedor.

De acordo com Barcelos, em conjunto com a manga, o melão é uma das frutas mais exportadas do Brasil. Se for considerada a área cultivada, proporcionalmente, é de longe a fruta mais vendida ao exterior. Este empresário lembra que o Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, mas exporta menos de 3% de tudo o que colhe.

“O melão é exceção, a fruta veio para o Brasil há aproximadamente 35 anos, para abastecer a Europa durante o período de frio lá, que impede o cultivo. Então, hoje, quase metade da produção brasileira vai para exportação. É um mercado que, no Brasil, cresceu nos últimos anos, com um aumento real da renda, poder aquisitivo e salário, desde 2005 até 2015. Ultimamente, houve uma estagnação e o mercado brasileiro está um pouco retraído, poucas vendas e preços baixos, mas a exportação compensa e ainda está positiva, e grande parte desse volume vai para a Europa e nós estamos abrindo outros mercados no Médio Oriente e na Ásia”, revela.

Variedades direcionadas

A variedade mais cultivada no Brasil é o “melão amarelo”, mas já há bastante da variedade “Pele de Sapo”, também conhecida como “melão de Natal”, que é originária da Espanha e hoje tem como grande mercado comprador justamente a própria Espanha e Portugal. Já a variedade “Gália” é direcionada principalmente para a Inglaterra e Holanda.

Luiz Roberto Barcelos conta que na sua Agrícola Famosa possui a exclusividade nas variedades Dino e Meluna. O Meluna é um melão amarelo de poupa alaranjada, enquanto o Dino possui a casca com manchas verdes que aludem a um “ovo de dinossauro”. Segundo ele, são melões muito saborosos, produzidos perto da linha do Equador – que garante sol abundante num ciclo muito curto de 60 dias entre a plantação e a colheita.

“A principal característica é que nós produzimos o melão para exportar para a Europa no período de inverno, quando não existe produção no continente europeu. São melões de bastante sabor, de elevados níveis de açúcar, graças à exposição solar”, conta Barcelos.

Na visão de todos os envolvidos na cadeia produtiva, há grandes desafios e dificuldades para a cultura no Brasil. A primeira delas é a disponibilidade de água, uma vez que a produção está concentrada na região semiárida do país. Os produtores costumam usar poços artificiais, mas muitas dessas reservas são de água salobra e de difícil uso para a agricultura, porque contêm muito carbonato de cálcio e muitos sais. E isso requer um manejo totalmente diferenciado.

Outro desafio é conviver com a chamada “monocultura”, com vastas áreas dedicadas à rotação de grãos como soja e milho na região – o que, de acordo com os engenheiros agrónomos, pode aumentar, e muito, a incidência de pragas. Para isso, dizem os especialistas, é necessário desenvolver um controle, com utilização do MIP (Manejo Integrado de Pragas), aumentando o uso de produtos biológicos e monitorização da lavoura, além do uso das ferramentas tecnológicas de agricultura digital.

Os produtores de fruta brasileiros queixam-se muito da morosidade nos registos de agroquímicos. Segundo eles, não há oferta suficiente de pesticidas para as frutas, porque a legislação brasileira sobre o tema é muito antiga. Isso faz com que os agricultores acabem por usar produtos antigos, que são menos eficientes, ou mesmo moléculas desenvolvidas para outras culturas e que são “improvisadas”  para as frutas.

Por fim, o diretor da Agrícola Famosa destaca ainda problemas conjunturais que afetam toda a produção agrícola brasileira: deficiência logística, estradas mal conservadas para escoar a produção, portos com alto custo e mal estruturados, legislação ambiental e laboral bastante antiga e desfasada. “É uma atividade que emprega muita gente, praticamente uma pessoa por hectare. Só a nossa empresa gera em torno de oito mil empregos diretos, então todo o manejo desse pessoal também é um desafio muito grande”, ressalta Barcelos.

Nutrição como trunfo

Atualmente, uma das explicações para o sucesso da produção de melão brasileira é a qualidade da fruta, e isso é obtido com nutrição complementar. Todos os produtos, destinados tanto para o mercado nacional quanto para exportação, possuem uma alta exigência nutricional, com um ciclo curto de 60 dias. No Brasil, porém, há uma grande diferença entre os melões enviados para o mercado interno e os frutos “tipo exportação”.

De acordo com o engenheiro agrónomo Allyson Moura, especialista em nutrição de plantas da Ubyfol, os compradores internacionais são extremamente exigentes em qualidade e validade, optando por frutos que possam ficar mais tempo nas prateleiras dos supermercados. Além disso, o mercado externo não aceita frutas com algum tipo de defeito.

“Melões com um simples arranhão na casca ou um dano visual que não afeta a qualidade final do produto são recusados pelos compradores europeus. Eles exigem uma fruta visualmente perfeita, com alto índice de qualidade e pagam caro por isso”, diz. No mercado interno ficam os frutos que não atingiram o padrão para exportação, já que culturalmente esse mercado não paga o preço justo para frutos de alta qualidade.

Dessa forma, segundo Moura, é essencial complementar a necessidade nutricional da cultura para que ela expresse todo o seu potencial genético. Atualmente, existem diversas tecnologias que permitem a aplicação do fertilizante em conjunto com pesticidas. “Os fertilizantes especiais, por exemplo, podem ser aplicados em misturas com outros agroquímicos, possibilitando ao produtor, numa única aplicação, realizar a operação nutricional e fitossanitária”, diz.

Outro ponto fundamental para garantir a excelência em produtividade e qualidade é a escolha do adjuvante ideal, ferramenta que permite uma melhor performance do conteúdo pulverizado sobre as plantas. Dessa forma, um bom adjuvante deve garantir que o conteúdo pulverizado atinja o alvo e penetre nas folhas, já que grande parte das doenças e pragas que atacam o melão se localizam em pontos de difícil acesso dos defensivos. Outra característica essencial de um bom adjuvante é a ação antiespuma, uma vez que grande parte das misturas entre agroquímicos tendem a apresentar formação de espuma.

Na fase de enchimento do melão, garantir uma nutrição equilibrada é fundamental para que o produto atinja o padrão exigido pelo mercado exportador. O cálcio, por exemplo, é um dos elementos mais requeridos nessa fase, elemento responsável por garantir maior tempo de prateleira dos frutos. “O cálcio, o magnésio, o boro e o potássio são os principais elementos a serem trabalhados na fase final de desenvolvimento dos frutos, a fim de que os mesmos obtenham o padrão de qualidade exigido”, finaliza o engenheiro-agrónomo.

Receita de sucesso

Como receita de sucesso, o maior produtor individual de melão do mundo destaca que, além de produzir bem, é importante saber comercializar bem. “Nós éramos traders, éramos comerciantes, e fomos para a produção. De um modo geral, não há igual no mercado brasileiro. Nós dizemos que somos bons da ‘porteira para dentro’, produzimos bem, mas somos grandes comerciantes, grandes vendedores, e no nosso caso nós começámos como vendedores comerciais e fomos para a produção, acho que isso ajudou muito a aceder a novos mercados, a exportar e ter competitividade, melhores preços, isso foi um fator importante”, revela Luiz Roberto Barcelos.

Este produtor destaca que um segundo fator para o sucesso na produção brasileira é o relacionamento com os colaboradores, pois em boa parte da produção os processos são manuais, com pessoas atuando na ‘linha de frente’: “Não é mecanizado, então, ter pessoas motivadas, comprometidas com a empresa, olhando sempre para o resultado foi muito bom também, porque isso deu resultado para a Agrícola Famosa. Ter os colaboradores alinhados com os objetivos da empresa não é fácil”.

Para o futuro da cultura do melão no Brasil, o mercado aponta como fator-chave o aumento da exportação, com a abertura de novos compradores. Isso, porque o mercado brasileiro passa por uma situação bastante preocupante, com crise económica e retração de consumo. Serão então as exportações a válvula de escape. “Como estamos muito concentrados na Europa, especialmente na Inglaterra, Holanda e Espanha, acabamos por enviar muito melão, há muita oferta e o preço acabou por cair. Então, nós estamos buscando novos mercados”, revela.

“Temos a possibilidade de mandar melão para o Médio Oriente, que está cada vez mais a comprar fruta, distribuindo para a região. E a China agora, estamos muito próximos de abrir o mercado chinês para o melão brasileiro e alguns outros países da Ásia, como o Vietname, a Indonésia, a Coreia e até as Filipinas, que também estão em processo de abertura. Conseguir abrir esse mercado vai ser uma situação muito positiva, porque a Ásia consome muita fruta e são grandes consumidores de melão, então estamos otimistas”, conclui.

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