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– 02-07-2008 |
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Agricultura / protestos: 80 tractores em marcha lenta entre Chaves e a fronteiraCerca de 80 tractores iniciaram hoje, �s 11:30, uma marcha lenta por algumas art�rias da cidade de Chaves, seguindo em direc��o � fronteira de Vila Verde da Raia, em protesto contra o aumento do pre�o dos combust�veis. Os agricultores transmontanos concentraram-se, em Chaves, junto aos serviços do Ministério da Agricultura. O protesto � sobretudo contra o aumento do pre�o dos combust�veis, mas os agricultores reivindicam Também medidas compensatérias para atenuar os custos dos factores de produ��o. Nas m�quinas agr�colas estáo colocados cartazes onde se pode ler: "o Governo tem que nos ouvir", "Gas�leo agr�cola – maior desconto", "Escoamento dos produtos agr�colas a pre�o justo" e "Jaime Silva – o carrasco da agropecu�ria". "Estamos a dar um grito muito grande para ser ouvido no Terreiro do Pa�o", afirmou o dirigente da Confedera��o Nacional de Agricultura (CNA), Armando Carvalho. O dirigente acrescentou que os agricultores "querem um ministro e não um tabeli�o que apenas promulgue as pol�ticas de Bruxelas". Armando Carvalho sustenta mesmo que "o ministro, institucionalmente, deixou de ter condi��es para dialogar com os agricultores". Por isso, pede uma audi�ncia com o primeiro-ministro. Pedro Paiva, 29 anos, ovinicultor h� quatro, confessa que até ao final do ano vai ter que abandonar a actividade. "Ainda não sei o que vou fazer. Provavelmente, vou ter que emigrar", afirmou. O jovem agricultor tem trezentas ovelhas e afirma que neste momento gasta mais do que aquilo que ganha. "não consigo escoar a carne e, desde que comecei a trabalhar, o pre�o do cordeiro está exactamente igual, enquanto que tudo o resto – combust�veis, ra��es e adubos – não para de aumentar", afirmou. Leandro Filipe, 23 anos, tem 120 vacas e afirma que "se nada mudar", Também terá que arranjar outra actividade. "Pelo menos, t�m baixar os combust�veis", pediu. De S�, concelho de Valpa�os, vieram até Chaves seis agricultoras, que dizem "estar a desesperar". "Temos os produtos todos em casa, sem os conseguir vender, desde as batatas ao vinho e aos cereais", afirmou Esperan�a Rodrigues. Este protesto foi preparado em conjunto pela Federa��o das Associa��es Agro-florestais Transmontanas, cooperativa Norte-Leite, Associa��o Arribas do Douro, Associa��o Distrital dos Agricultores de Bragan�a, Associa��o de Agricultores de Valpa�os, Associa��o dos Produtores Transmontanos e a delega��o regional da CNA. Os agricultores almo�am na fronteira de Vila Verde da Raia, onde, segundo Armando Carvalho, dever�o chegar perto de duas centenas de tractores, j� que o n�mero de aderentes ao protesto foi engrossando pelo caminho.
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