Administração Pública: ICNB e AFN em estrutura ‘mais forte’ evita ‘desperd�cio’
A jun��o do Instituto de Conserva��o da Natureza e da Autoridade Florestal Nacional está em estudo, para obter uma estrutura �mais forte e interventiva� e evitar o �desperd�cio� de duplica��o de tarefas, disse hoje o secret�rio de Estado das Florestas.
Questionado pela agência Lusa acerca da alternativa de fusão daquelas entidades, Daniel Campelo afirmou que �não � uma questáo de fusão, � uma questáo de jun��o das duas estruturas para resultar numa estrutura mais forte e interventiva nas duas áreas�.
A possibilidade de juntar o Instituto da Conserva��o da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) e a Autoridade Florestal Nacional (AFN), ambas na tutela do secret�rio de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, tem sido referida pela comunica��o social.
Para Daniel Campelo, �h� muitas coisas que são partilhadas h� muito tempo por estas duas organizações�.
Esta decisão �está em estudo, estamos numa fase de avalia��o�, disse o governante, mas admitiu que �h� um grande predom�nio de opini�o de todas as entidades especialistas que temos consultado de que haveria muito a ganhar com a coloca��o destas pessoas � mesma mesa em termos de decisão, mas cada um fazendo o seu trabalho, a coordena��o � que tem de ser conjunta�.
Assim, trata-se de �separar as �guas no sentido de, por exemplo, não permitir que haja duas entidades a fazer a mesma coisa ou a sobreporem-se na sua actividade�, j� que �o país não tem recursos para ter esse desperd�cio e precisa que haja di�logo interno das instituições que t�m de encontrar solu��es mesmo que muitas vezes as opini�es sejam divergentes�, especificou o secret�rio de Estado.
A situa��o econ�mica de Portugal e as limita��es or�amentais que preocupam Também os agentes da área do ambiente levaram Daniel Campelo a dizer que �o país atravessa um momento dif�cil no que ao dinheiro diz respeito, mas � poss�vel fazer uma melhor racionaliza��o de utiliza��o desses meios�.
� poss�vel �usar alguma poupan�a que vamos fazer de um processo de redu��o de custos pela integra��o ou jun��o de estruturas que muitas vezes estáo em duplicado e se sobrep�em no terreno e que dever�o estar unidas e ter um aproveitamento de escala que nos permita ser mais eficazes, gastando menos�, salientou ainda.
E gastar menos �não quer dizer que não possamos desviar essa poupan�a para aumentar recursos em investimentos, inclusive no refor�o de alguns recursos humanos que fazem falta em termos de uma rede nacional de interven��o, quer na conserva��o da natureza, quer da floresta ou outras áreas�, explicou o governante do Ministério liderado por Assun��o Cristas.
Daniel Campelo admitiu que �h� talvez um excesso de dirigentes, isso � claro, mas pode não haver um excesso de pessoal, queremos reordenar a distribui��o desses recursos para podermos ser mais eficazes ao nível. nacional e local�.
A falta de t�cnicos e vigilantes da natureza no ICNB tem sido apontada por várias associa��es ambientalistas e � uma questáo que iráo colocar � ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território na reuni�o marcada para hoje, quando se assinala o Dia Internacional da Conserva��o da Natureza.
Quercus e Liga para a Protec��o da Natureza são duas das associa��es que seráo recebidas pela ministra num encontro no Parque Natural da Arr�bida.
Fonte: Lusa/Sol
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