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Artigo do arquivo do Agroportal entre 1999 e 2014.

Entrevista a Manuel Castro e Brito
Se não forem tomadas medidas urgentes grande parte do país pode ficar despovoado

por Agroportal
01-04-2010 | 00:00
em Arquivo Agroportal
Tempo De Leitura: 14 mins
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 –  01-04-2010

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Entrevista a Manuel Castro e Brito
Se não forem tomadas medidas urgentes grande parte do país pode ficar despovoado

Falta menos de um m�s para que a 27� Ovibeja abra as portas. De 28 de Abril a 2 de Maio a cidade de Beja vai receber, mais uma vez, milhares de visitantes. Manuel Castro e Brito, da Comissão Organizadora, diz que, apesar da crise, a resposta dos expositores � id�ntica a anos anteriores e que a Feira vai ser �um sucesso�. Sobre o actual ministro da Agricultura, Castro e Brito considera que �h� mais di�logo, mas a m�quina do ministério continua emperrada�. O presidente da ACOS � entidade organizadora da Feira � critica Também as grandes superf�cies comerciais �por onde passa 85% por cento do que consumimos� mas que �secam tudo � sua volta�. Castro e Brito diz que, por isso, não � de estranhar que os donos dessas cadeias de distribui��o sejam �dos homens mais ricos do mundo�, concluindo que � preciso ser-se claro quanto ao tipo de sociedade que se pretende: �a que preserva o ambiente e a agricultura� ou a que �s� d� lucros aos gurus financeiros�.

Que Ovibeja vamos ter este ano?
Vamos ter uma Ovibeja no seguimento das anteriores, sempre com Inovação e com um grande investimento da nossa parte, que não � s� financeiro, no sentido de abrir caminhos para esta regi�o. não apenas em termos econ�micos e sociais, mas Também ao nível. da compreensão daquilo que se passa no mundo e de pol�ticas que são cada vez mais globais e abrangentes. Aqueles que não estiverem atentos for�osamente ficar�o para tr�s.

Ao longo destes anos, a Ovibeja conseguiu cumprir um dos seus objectivos: fazer com que o país olhasse para o Alentejo duma forma diferente? E que o Alentejo se olhasse Também a si pr�prio duma outra forma?
A Ovibeja tem evolu�do, tem mudado, tem progredido, tem sido, ela pr�pria, geradora de uma din�mica que � muito necess�ria para a regi�o. Mas se recuarmos � sua primeira edição, h� quase 30 anos atr�s, recordaremos que era uma altura em que muita gente, nas aldeias, em muitas localidades, nem saneamento b�sico tinha, onde o grau de analfabetismo era muito grande e, felizmente, tudo isso mudou. E, com certeza, que a Ovibeja teve alguma influ�ncia.

A aposta de altera��o da Ovibeja de nove para cinco dias que no ano passado foi experimentada, e que se mant�m este ano, resultou em pleno?
� um formato racional. não nos podemos dar ao luxo de ter um movimento desta dimensão durante dez dias em Beja. Temos a perfeita no��o que aqueles que t�m a generosidade de vir de todo o país, e da vizinha Espanha, para estarem presentes na Ovibeja, para fazerem os seus neg�cios e os seus contactos, não podem suportar uma estadia de tantos dias em Beja. E foi Também em resposta a essa solicitação de muitos expositores, que v�m de fora, que reduzimos o período de dura��o da Ovibeja.

E, apesar da crise, este ano o n�mero de expositores não diminuiu?
não. Antes pelo contrário. Obviamente que h� efeitos da crise, que se fazem sentir em todas as feiras, a nível. nacional e internacional, mas essa � Também uma situa��o que nos obriga a reagir. Ser� sempre melhor enfrentar a crise do que parar. não se podem fechar as portas como alguns t�m feito. N�s abrimos as nossas portas, insistimos e temos tido uma resposta muito positiva, sobretudo por parte da popula��o.

S� a agricultura pode povoar o Interior

A hist�ria da Feira tem acompanhado a hist�ria recente de Portugal e do Mundo, a entrada na CEE, as crises, as secas� O Alentejo que hoje serve de palco � Ovibeja � um Alentejo muito diferente daquele que existia quando se realizou a primeira Ovibeja, h� 27 anos?
� um Alentejo completamente diferente. � diferente porque tem menos pessoas. Se h� menos pessoas mais t�nue � a sua voz e menos possibilidades existem de ela ser ouvida nos centros de decisão. � um Alentejo, Também, com menos qualidade, porque somos menos e os melhores, com mais possibilidades, sa�ram. Por isso, estamos numa nova encruzilhada. E h� situa��es que � necess�rio definir com clareza, sobretudo em rela��o � agricultura, uma actividade que não se pode limitar apenas a uma questáo empresarial ou a um mero neg�cio. No Alentejo, o desenvolvimento da agricultura significa o povoamento desta vasta regi�o, que neste momento está despovoada. Numa altura em que não h� fronteiras e h� uma grande concorr�ncia, em que os apoios que existem são apoios pol�ticos, constru�dos com base nas pol�ticas europeia e mundial, que por sua vez assentam em acordos de com�rcio e de negocia��es norte-sul ou este-oeste, quando não h� voz, algumas zonas como o Alentejo ficam esquecidas. Mas não s� Alentejo. No caso de Portugal, podemos chamar a todo o interior do país um imenso Alentejo. Desde a Serra do Algarve, passando pelas Beiras, até Tr�s-os-Montes encontramos uma grande faixa no interior com tend�ncia a ficar completamente despovoada.

Mas com a redu��o do n�mero de agricultores e de explora��es agr�colas não aumentou a rentabilidade da agricultura que hoje se faz?
não. O Alentejo tem 2.860 mil hectares, com 1.800 mil hectares de superf�cie agr�cola �til, e todos os neg�cios, todas as culturas, neste momento, da agricultura de sequeiro, não são lucrativas e d�o preju�zo a quem as faz, devido ao mercado global. Existe algum equil�brio porque h� apoios comunitários e alguns nacionais, mas � uma actividade que não � atractiva. E � preciso ter em conta que no Alentejo, nesta imensid�o, apenas 200 mil hectares t�m possibilidade de serem irrigados. Alqueva � apenas uma gota de �gua neste grande territ�rio. E mesmo para estas áreas irrigadas, que t�m algumas possibilidades de �xito, � necess�rio um apoio efectivo para os projectos que se queiram desenvolver, porque são investimentos muito grandes.

E h� op��es vi�veis e de novas culturas para o regadio?
O olival � uma boa op��o porque � uma das culturas que consome menos �gua e cuja rentabilidade � razo�vel por enquanto. Mas outras culturas h�o-de chegar, como as hort�colas e frut�colas, assim haja a capacidade de saber captar investimento e de importar tecnologia.

O Ministério da Agricultura está mais dialogante, mas a m�quina continua emperrada

A Barragem de Alqueva está constru�da, a �gua come�a a chegar a muitas explora��es agr�colas. Ainda falta muito para se ter o Alentejo verde que se anunciava com a constru��o de Alqueva?
J� podemos dizer que o Alentejo está mais verde do que era h� alguns anos atr�s. Na zona de regadio do Alqueva apareceram de repente investimentos em olival numa área de cerca de 50 mil hectares. Existe um investimento evidente que trouxe riqueza e emprego para esta regi�o.

No passado houve conflitos acesos entre os agricultores e alguns ministros da Agricultura. O actual ministro � natural do distrito de Beja, conhece bem a regi�o, Como � que a ACOS, enquanto principal organiza��o agr�cola do sul do país, se tem relacionado com Ant�nio Serrano?
O passado, para n�s, pertence � hist�ria. N�s preocupamo-nos � com o futuro e com o presente. De facto, temos agora um ministro da Agricultura dialogante, que se apresenta duma maneira muito compreensiva e que não regateia esfor�os nem promessas, o que, para os agricultores �, � primeira vista, sem d�vida positivo. No entanto, a burocracia do ministério da Agricultura está sempre presente. A m�quina continua emperrada e enferrujada. � preciso que haja acontecimentos, ou seja, mudan�a de pol�ticas que estáo erradas; de planeamento s�rio face � reforma da PAC, que come�ar� a sentir-se progressivamente a partir de agora e definitivamente em 2013. O brutal investimento que tem sido feito e que não tem tido resposta por parte da administração neste Quadro comunitário de Apoio, ou seja, neste momento h� investimentos que esperam a comparticipa��o do QCA h� mais de dois anos. E assim ningu�m pode trabalhar.

Quer dizer que da parte do ministério houve mais uma mudan�a de discurso e menos uma mudan�a de atitudes?
A atitude tarda em mudar, o que certamente o pr�prio ministro da Agricultura lamenta. Esperemos que � com a colabora��o de todos, a ACOS está sempre pronta a colaborar com este ministro � haja resolu��es eficazes e muito r�pidas.

O olival � positivo para a regi�o

A Ovibeja tem sido o palco, ao longo dos anos, de muitas reivindica��es dos agricultores. Ao fim de todos estes anos não sentem que, de alguma forma, tem andado a �pregar no deserto� quando se olha ainda para os enormes problemas do sector?
� preciso fazer mais. � preciso recuperar as pessoas que sa�ram desta regi�o e desta actividade porque a agricultura � geradora de povoamento e o Alentejo está muito despovoado.

Mas h� quem diga que as enormes áreas plantadas com olival, sobretudo no distrito de Beja são uma monocultura que degrada os solos e quase não ocupa m�o-de-obra. Ou seja, que contribui para a desertifica��o e para o despovoamento. H� alguma verdade nestas afirma��es?
O que assistimos aqui � � constru��o de um projecto que envolve mudan�as numa área muito pequena, quando comparada com a superf�cie agr�cola �til do Alentejo, e que tem que ser acompanhada por uma mudan�a de mentalidade. Todas as regi�es que t�m uma agricultura pr�spera de regadio são sin�nimo de desenvolvimento. E basta ir j� aqui ao sul de Espanha para o comprovar. Aqueles que são arautos da desgra�a e que fazem alarde dos seus preconceitos e da sua ignor�ncia, utilizando os seus pequenos poderes constituem a areia que faz emperrar a engrenagem e come�a a não haver paci�ncia para os seus argumentos.

A pecu�ria sempre foi importante no Alentejo. Mas parece ter vindo a perder peso nos �ltimos anos�
� verdade. O que tem acontecido, quer � agricultura extensiva, quer � pecu�ria extensiva � que os pre�os de mercado, mesmo se lhes juntarmos os apoios comunitários que ainda existem, não compensam e são, em geral, um mau neg�cio. Os efectivos pecu�rios t�m diminu�do e iráo diminuir mais porque os produtores não conseguem competir com as importa��es que v�m de países como o Brasil, a Argentina, a Nova Zel�ndia.

As grandes distribuidoras secam tudo � sua volta

Nem com a aposta na qualidade dos produtos, nomeadamente da carne produzida em Portugal e no Alentejo?
A qualidade na prateleira do supermercado tem a outra vertente que � o pre�o. E isso prende-se Também com uma estratégia das grandes superf�cies que querem vender em grandes quantidades e o que vende muito � o que � barato. Quanto a mim, a qualidade apenas tem servido como chamariz para que os grandes supermercados vendam os outros produtos. E � f�cil de ver: grandes an�ncios a carne de qualidade ou a outros produtos de qualidade e, ao lado, na mesma prateleira, estáo montanhas de outros produtos parecidos a metade do pre�o. O neg�cio das grandes superf�cies ascende a mais de 85% de tudo o que consumimos, tem um peso enorme e secou tudo � sua volta, nivelando os pre�os por baixo. E a essas grandes superf�cies o que interessa são os grandes neg�cios e por isso recorrem � importa��o, onde o que menos conta � a qualidade.

Qualidade de produtos e de respostas, que tem sido uma das �marcas de �gua� da Ovibeja�
Pois, n�s insistimos. � essa a nossa obriga��o. através dos produtos regionais, que estáo sempre aqui presentes, continuamos a insistir, mas temos que estar todos bem alerta para os dias que correm e para o jogo que � feito por aqueles que concentraram a distribui��o, que mandam no sector e que fazem uma grande demagogia com o neg�cio do fornecimento dos bens alimentares �s popula��es. E que � um muito bom neg�cio � f�cil de ver: os homens que estáo � frente da distribui��o em Portugal são dos homens mais ricos do mundo e, muitas vezes, v�m depois dar li��es de moral. � a vida, o que � que se pode fazer senão alertar? O peso econ�mico, o peso do cifr�o atrai tudo e � altura de come�armos Também a definir claramente o que � que as pessoas querem: se querem campo bem tratado, ambiente preservado ou se querem esta outra maneira de estar na vida, alimentando estes gurus financeiros.

Daniela Mercury na Ovibeja

Olhando, de novo, para a Ovibeja, como � que vai ser a Feira relativamente a espect�culos?
As tristezas não pagam d�vidas e a Ovibeja tem estado sempre muito virada para a juventude e para a popula��o que não tem rios de dinheiro para ir ver os grandes espect�culos que se fazem em Lisboa. Na Ovibeja com um bilhetinho muito m�dico todos t�m acesso a espect�culos que são muito caros nas grandes capitais.

Qual � o cartaz das Ovinoites?
Este ano temos um grande espect�culo internacional com Daniela Mercury, temos concertos para os mais novos com os Blasted Mechanism e os Fonzie, temos uma noite de tunas acad�micas e grandes novidades, como a exposi��o da biodiversidade e o projecto �Alentejo Blues�.

Todos os anos, Também, quase que não h� pol�tico que se preze que não venha, oficial ou particularmente, � Ovibeja�
A Ovibeja �, acima de tudo, um ponto de encontro do povo. Do povo desta regi�o, daqueles que tiveram que sair daqui para a cintura industrial de Lisboa, outros que emigraram para o estrangeiro e muitos j� marcam as f�rias para a Ovibeja. � Também para esses que n�s fazemos a Feira. Os outros v�m, uns com a consci�ncia mais leve e outros com a consci�ncia mais pesada, mas ainda bem que h� a Ovibeja para passarem aqui pela regi�o os maiores respons�veis pelo país.

Fonte:  Ovibeja


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Artigos

  • Agronotícias (17/03/2010) – Ovibeja: A agricultura comum para l� de 2013

  • Agronotícias (09/03/2010) – OVIBEJA assinala Ano Internacional da Biodiversidade

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