´A maioria das redes hidrográficas que alimentam as barragens no sul do país deixou de ter água suficiente para ser armazenada.
Deixou de ser viável construir barragens seguindo o mesmo modelo de armazenamento de recursos hídricos como acontecia nos anos 60 e 70 do século passado, por já não haver água suficiente nas bacias hidrográficas que as alimentavam. Esta é uma das principais conclusões subtraída da reunião realizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) esta tarde em Évora, na comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), com autarcas e outros responsáveis locais e regionais ligados à agricultura e à pecuária.
Deixou de ser viável construir barragens seguindo o mesmo modelo de armazenamento de recursos hídricos como acontecia nos anos 60 e 70 do século passado, por já não haver água suficiente nas bacias hidrográficas que as alimentavam. Esta é uma das principais conclusões subtraída da reunião realizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) esta tarde em Évora, na comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), com autarcas e outros responsáveis locais e regionais ligados à agricultura e à pecuária.
A análise incidia nas barragens construídas na região alentejana no âmbito do Plano de Rega do Alentejo iniciado pelo antigo regime. O apelo à construção de mais barragens “deve ser encarado com particular cuidado para não instalar este tipo de equipamentos onde não há água; por isso é que hoje temos […]












